Eu canto um breve sussuro para o desconhecido […] Eu gosto do
inexperado, me perco no misterioso, me encontro no abandonado… Me supero
nas expectativas, me vejo no olhar de pessoas desconhecidas… Me acolho
nos pensamentos diversos e me vejo caminhando por caminhos incertos… Por
fim me recolho no amanhecer acinzentado que chamei de conjugado o
pequeno quarto de um gênio não declarado. […] Me aproximo e abraço o desconhecido porque nem ao menos eu sei o que aqui avia escrito.
Talves eu tenha muito a dizer mais no momento melhor é escrever sem
ler e assim transparecer a bagunça de pensamentos que tenho que
conviver.


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