Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte – quem sabe, dê certo?
Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase
palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada
mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a
frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar.
Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se
vai dar certo – o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do
chão –, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.
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