Quando alguém sai da minha vida
demoro a jogar fora objetos, cartas, roupas e outros vestígios que tenha
deixado. Não toco em nada, mas também não me desfaço. Então,
normalmente, num dia não mais que comum eu levanto, procuro a dor, não a
acho como antes e sei que é a hora: limpo gavetas, guarda-roupa,
estandes, bolsos e carteira. Um dia, eu liberto e deixo ir,
completamente.
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